A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem até segunda-feira (25/8) para se pronunciar sobre a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que negou a existência de um “plano de fuga”.
Os advogados enviaram ao STF explicações sobre um rascunho de pedido de asilo político à Argentina, encontrado no celular de Bolsonaro. A Polícia Federal indiciou o ex-presidente e o filho Eduardo pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, em investigação sobre uma suposta tentativa de golpe entre 2022 e 2023.
A defesa afirma que Bolsonaro é alvo de perseguição política e que o rascunho do pedido de asilo, datado de fevereiro de 2024, “não pode ser considerado indício de fuga”, já que o processo criminal que motivou as medidas cautelares só começou um ano depois, e o ex-presidente cumpriu todos os atos determinados pelo STF, incluindo o uso da tornozeleira eletrônica.



