Durante discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), destacando o abraço e a “boa química” entre os dois, ao anunciar um encontro marcado para a próxima semana.
“Ele me parece ser um cara muito legal. Ele gostou de mim, eu gostei dele. Por 39 segundos, tivemos uma ótima química”, afirmou Trump.
Apesar do tom amistoso, o presidente americano reafirmou as sanções contra o Brasil, justificando-as como resposta a “esforços sem precedentes de interferir nos direitos e liberdades de cidadãos americanos” e apontando distorções comerciais praticadas pelo país.
Trump também criticou o desempenho do Brasil, afirmando que o país “só vai se dar bem quando estiver trabalhando com os EUA” e que, sem apoio americano, “vai fracassar, como outros fracassaram”.
O elogio contrasta com o discurso de Lula, que, sem citar Trump nominalmente, defendeu a soberania e a democracia brasileira, condenou as sanções e declarou que “a agressão contra a independência do Poder Judiciário é inaceitável”.



