O governador Roberto Cidade inspecionou, na manhã desta terça-feira (15/9), no Estaleiro Juruá, em Iranduba, a construção de 50 terminais flutuantes que serão destinados a comunidades rurais e ribeirinhas do interior do Amazonas. As estruturas estão sendo produzidas para atender ao embarque e desembarque de passageiros e cargas em diferentes regiões do Estado.
“É um investimento importante, que permite ao Governo do Estado levar dignidade para o nosso povo. Um terminal flutuante desse, um porto que vai para comunidades do interior, para as comunidades mais distantes, vai dar qualidade de vida e vai dar o direito de ir e vir. Aqui nós temos 50 terminais, cada um com dimensão de 14 por 12 metros, totalizando 168 m² de área, que vai suportar 40 toneladas e poderá receber diariamente em torno de 500 pessoas circulando todos os dias”, declarou Roberto Cidade.
Os 50 terminais representam um investimento total de R$ 54.810.363,93, com valor de R$ 1.096.207,27 por unidade. O prazo previsto para execução é de 180 dias, e a construção deve gerar 762 empregos diretos e indiretos no Estado.
Cada terminal
Cada terminal terá 14 metros por 12 metros, com área total de 168 metros quadrados. A área destinada a passageiros e cargas será de 125,45 metros quadrados. As estruturas contarão com piso antiderrapante, iluminação em LED e sistema de energia solar, além de estrutura metálica, boias, defensas e sistema de amarração.
Os terminais também terão seis pontos de atracação de embarcações, uma rampa com guarda-corpo, duas boias salva-vidas, três extintores de seis quilos, 36 defensas de pneu, uma luminária de sinalização náutica, quatro bancos e dois coletores com quatro lixeiras.
Embarque e desembarque
As estruturas serão utilizadas para o embarque e desembarque de passageiros e cargas, com espaço coberto para a permanência dos usuários durante a espera pelas embarcações. A infraestrutura também deverá atender ao transporte de produtos e mercadorias das comunidades.
Outra finalidade dos terminais será o apoio ao transporte escolar fluvial. As estruturas terão área de abrigo para crianças e adolescentes que aguardam as embarcações utilizadas no deslocamento até as unidades de ensino.
(*)Com informações da Assessoria


