A rapper Nicki Minaj passou a ser alvo de pedidos de deportação nos Estados Unidos após declarar apoio público ao presidente Donald Trump. Petições hospedadas na plataforma Change.org já ultrapassam 120 mil assinaturas e solicitam que a artista seja enviada de volta a Trinidad e Tobago, seu país de origem.
As iniciativas foram criadas em julho de 2025, mas ganharam novo fôlego nas últimas semanas, depois que a cantora participou de eventos e fez aparições públicas ao lado de figuras ligadas à direita norte-americana. O posicionamento político reacendeu críticas nas redes sociais e gerou reações negativas de parte do público que acompanhava sua carreira.
Em uma das petições, o autor Tristan Hamilton afirma que declarações e atitudes recentes da artista provocaram frustração entre fãs que antes se sentiam representados por sua música. O texto também aponta que falas atribuídas à cantora sobre questões de gênero e sexualidade seriam ofensivas e prejudicariam a comunidade LGBTQ+, historicamente apoiada por ela.
No fim de dezembro, Nicki Minaj participou do AmericaFest, evento organizado por grupos conservadores nos Estados Unidos. No palco, a rapper elogiou Donald Trump e o vice-presidente JD Vance, reafirmou alinhamento com pautas republicanas e declarou que pretende se posicionar politicamente sem restrições.
Durante o discurso, a artista disse admirar o presidente norte-americano e afirmou que ele teria devolvido esperança a parte da população ao enfrentar adversários políticos. As falas contrastam com posicionamentos anteriores de Nicki Minaj, que em outros momentos demonstrou apoio a políticos do Partido Democrata.
Até o momento, a cantora não comentou publicamente os abaixo-assinados que pedem sua deportação.



