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Festival Folclórico de Parintins foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial

Começou na noite da sexta-feira (24), o Festival Folclórico de Parintins (369 km distante de Manaus em linha reta), após dois anos sem acontecer em razão das medidas de biossegurança impostas pela Covid-19. A disputa entre os bumbás Caprichoso e Garantido é uma das mais tradicionais festas do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) declarou o Festival como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado através da Lei Promulgada nº 375 / 2017, de autoria do ex-deputado Josué Neto.

O Festival Folclórico de Parintins teve sua primeira edição no ano de 1965, e surgiu com a finalidade de angariar recursos para a conclusão da Catedral de Nossa Senhora do Carmo, que é a santa padroeira do município. De lá para cá, o Festival de aperfeiçoou e profissionalizou, tendo importante espaço na economia local, por gerar emprego e renda não apenas para os artistas envolvidos no espetáculo, mas para toda a cadeira turística e comercial do município.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o patrimônio cultural é formado pelo conjunto dos saberes, fazeres, expressões, práticas e seus produtos, que remetem à história, à memória e à identidade do povo, daí a importância da preservação e manutenção da tradição folclórica dos bumbas parintinenses.

É realizado sempre no último fim de semana de junho, de sexta a domingo, no Centro Cultural de Parintins, popularmente chamado de Bumbódromo, que tem capacidade para 35 mil pessoas.

Feriado

Reforçando a importância do Festival de Parintins para a população do Amazonas, o deputado Tony Medeiros (PL) apresentou o Projeto de Lei (PL) nº 511/2021, propondo que seja declarado feriado estadual a segunda-feira subsequente à realização da festa.

É fato que o Festival conquistou reconhecimento mundial, atraindo recursos e visibilidades não apenas para o município de Parintins, mas para o Amazonas, e os turistas que anualmente se deslocam para a cidade para brincar de boi-bumbá, movimentam a economia local.

“Além dos ganhos econômicos com o turismo, o maior do ano na região, o feriado irá permitir que os turistas fiquem mais tempo na cidade, permitindo aumento na geração de empregos e rendas, e ganho cultural considerável”, justificou o autor da propositura.

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