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sexta-feira, março 1, 2024
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Passo a Paço: Prefeitura contesta suspensão de ingressos por medida cautelar

Uma reviravolta surpreendente envolve a venda de ingressos para o festival “Sou Manaus – Passo a Paço”, promovido pela Prefeitura de Manaus. A medida cautelar que suspendeu a comercialização dos bilhetes foi emitida pelo conselheiro do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Josué Cláudio, gerando impacto e incerteza sobre o evento. Em resposta, a Prefeitura de Manaus se manifestou, expressando surpresa com a decisão autocrática do conselheiro e afirmando que tomará as medidas cabíveis para reverter a situação.

De acordo com a prefeitura, a decisão do TCE-AM foi um acontecimento inesperado, e até o momento, a administração municipal não recebeu oficialmente a notificação sobre a medida cautelar. O festival, que espera atrair cerca de 150 mil pessoas por noite, tinha prevista a venda de apenas 2,5 mil ingressos para a área de front stage, que inclui acesso privilegiado e serviços de open bar nos principais palcos do evento.

Diante dessa situação, a Prefeitura de Manaus se comprometeu a buscar uma reconsideração da decisão do TCE-AM, destacando a importância do evento para a cultura e o entretenimento da cidade.

Confira a nota da prefeitura na íntegra:

A Prefeitura de Manaus foi surpreendida com a notícia da decisão monocrática do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM), Josué Neto, que suspende a venda de 2,5 mil ingressos para o evento “#SouManaus Passo a Paço 2023”.

A ação, que atinge a organização do maior evento de artes integradas da região Norte, possui os mesmos argumentos publicamente já esclarecidos pela Prefeitura de Manaus em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (28/8) e também rejeitados em ação com objeto semelhante na Justiça comum.

A Prefeitura de Manaus destaca que das 150 mil pessoas esperadas por noite no evento, apenas 2,5 mil poderão adquirir, caso queiram, ingressos de front stage com open bar, nos dois principais palcos. A exploração comercial é uma contrapartida para a empresa vencedora do edital de patrocínio, que desembolsou R$ 2 milhões pela cota master.

A prática é comum em grandes eventos tais como o Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, bem como o Festival Folclórico de Parintins. Este recurso, somado aos dos patrocinadores e apoiadores, custeará R$ 22 milhões dos R$ 28 milhões estimados para a realização do evento.

É a primeira vez que a Prefeitura de Manaus não desembolsará nenhum recurso público para o pagamento de cachê de artistas, maior parte da infraestrutura e organização do festival. A Prefeitura de Manaus informa que pedirá reconsideração do conselheiro tão logo seja notificada oficialmente”.

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