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quarta-feira, julho 17, 2024
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Morales questiona dissolução do parlamento no Equador

O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, questionou a decisão do presidente do Equador, Guillermo Lasso, de dissolver o Parlamento, apontando para uma suposta contradição na postura do equatoriano em relação a Pedro Castillo, presidente do Peru. Morales afirmou que há uma dupla medida aplicada pela direita em relação à dissolução do Congresso. Em seu tweet, Morales escreveu: “Para evitar um julgamento por corrupção, Guillermo Lasso fecha o Congresso do Equador com a desculpa de ‘comoção interna’. Há cinco meses, ele acusou o irmão Pedro Castillo de um golpe que fez o mesmo, mas para impedir uma conspiração. Dois pesos e duas medidas da direita subjugada ao império”.

A decisão de dissolver o Congresso equatoriano foi anunciada na manhã desta quarta-feira (17) por Lasso, que acionou o mecanismo conhecido como “morte cruzada”, previsto desde 2008 e que permite a dissolução do Parlamento. O presidente equatoriano enfrenta um processo de impeachment e, no dia anterior, compareceu ao Parlamento para se defender das acusações de peculato.

Morales mencionou o caso de Castillo, que também anunciou a dissolução do Congresso no Peru em dezembro de 2022, mas teve sua ação vista como uma tentativa de golpe de Estado após o parlamento negar o voto de confiança. Castillo foi preso preventivamente, enquanto a vice-presidente, Dina Boluarte, assumiu o Executivo do país. Nas redes sociais, Morales tem compartilhado suas opiniões sobre a crise no Peru e criticado o governo de Boluarte.

Fonte: Jovem Pan

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