O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter solicitado à FIFA a reavaliação da punição aplicada ao atacante Folarin Balogun, expulso durante a Copa do Mundo de 2026.
Em declaração a jornalistas na Casa Branca, Trump disse que apenas pediu uma revisão do caso e negou interferência direta na decisão da entidade. Segundo ele, o contato foi feito com um representante de confiança dentro da Fifa.
Durante a entrevista, o presidente também criticou o árbitro brasileiro Raphael Claus, responsável pela expulsão do atacante na partida contra a Bósnia e Herzegovina. Trump classificou a atuação como “suspeita” e levantou dúvidas sobre o histórico do juiz, sem apresentar provas.
No domingo (5), o Comitê Disciplinar da Fifa decidiu suspender a punição automática de uma partida imposta a Balogun, liberando o jogador para atuar nas oitavas de final contra a Bélgica. A medida foi tomada com base no artigo 27 do Código Disciplinar da entidade, que permite a suspensão total ou parcial de sanções esportivas.
Balogun havia sido expulso aos 19 minutos do segundo tempo da vitória dos Estados Unidos por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, após entrada dura em um adversário. Pela regra, ele cumpriria suspensão automática de um jogo.
A decisão da Fifa gerou reação da UEFA, que criticou a medida e a classificou como “inédita, incompreensível e injustificável”.
Trump comemorou publicamente a liberação do atacante e agradeceu à Fifa pela revisão. Ele mantém relação próxima com o presidente da entidade, Gianni Infantino, com quem tem fortalecido laços institucionais durante o torneio.



