O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), , encaminhou à Polícia Federal (PF) um conjunto de 39 perguntas apresentadas pela defesa do ex-presidente . O objetivo é avaliar se ele reúne condições de permanecer em unidade prisional e a eventual concessão de prisão domiciliar por motivos de saúde.
Bolsonaro está custodiado em um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no complexo penitenciário da , conhecido como “Papudinha”. A transferência ocorreu após pedido da defesa, que alegou razões humanitárias e problemas de saúde. À época, Moraes afirmou que o ex-presidente passaria a ter condições mais favoráveis de custódia no local.
Mesmo após a mudança, os advogados reiteraram o pedido de prisão domiciliar. Diante disso, o ministro determinou a realização de perícia médica para embasar a decisão.
Na mesma decisão, Moraes homologou a indicação do médico particular de Bolsonaro como assistente técnico da defesa. A Polícia Federal terá prazo de dez dias para concluir a perícia e encaminhar o laudo ao STF.



