O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (16) que enviou 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. De acordo com a pasta, a distribuição garante estoque suficiente para atender à demanda em todo o país.
Com a nova remessa, o total de doses distribuídas em 2026 chega a 6,3 milhões. Em nota, o ministério reforçou que os estoques estão assegurados nacionalmente e que o envio segue de forma regular para reforçar a cobertura vacinal.
As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas conforme as variantes em circulação e têm como prioridade grupos mais vulneráveis. Cabe ao governo federal manter o abastecimento, enquanto estados e municípios são responsáveis pela logística local, incluindo armazenamento, controle de validade e aplicação das doses.
Entre janeiro e março deste ano, foram enviadas 4,1 milhões de doses, das quais 2 milhões já foram aplicadas. Segundo o ministério, a nova remessa se soma aos estoques regionais e amplia a estratégia de imunização de crianças e adultos.
O esquema vacinal prevê duas doses semestrais para idosos a partir de 60 anos e uma dose por gestação para gestantes. Crianças de 6 meses a menores de 5 anos devem seguir esquema de duas ou três doses, conforme o imunizante. Pessoas imunocomprometidas devem receber três doses iniciais, além de reforços periódicos. Já a população geral de 5 a 59 anos não vacinada deve tomar uma dose.
A estratégia também contempla trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.
A orientação é que a população procure unidades de saúde para verificar a situação vacinal e manter a imunização atualizada.
Até 11 de abril de 2026, o país registrou 62.586 casos de síndrome gripal por covid-19 e 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 1.456 relacionados à doença. Também foram contabilizados 188 óbitos por SRAG causados pela covid-19.
O Ministério da Saúde destacou que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra casos graves, internações e mortes, ressaltando a segurança e eficácia dos imunizantes oferecidos pelo SUS.



