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quinta-feira, maio 30, 2024
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‘Pênis Biônico’: Cientistas criam tecnologia capaz de ajudar contra impotência

Nesta semana, um grupo de cientistas chineses anunciaram que conseguiram desenvolver um tecido artificial que repara lesões e restaura a função erétil em porcos.

Com isso, os cientistas acreditam que a tecnologia poderá ser aplicada em homens que sofrem de disfunção erétil.

Em recente estudo publicado na revista científica Cell Press, foi revelado que a túnica albugínea artificial, que imita a cobertura fibrosa dos testículos que formam a ereção, pode ajudar a reparar lesões penianas em humanos.

“Ficamos surpresos com os resultados dos experimentos com animais, nos quais o pênis recuperou a ereção normal imediatamente com o auxílio da túnica albugínea artificial”, afirma Xuetao Shi, autor do estudo e pesquisador da Universidade Tecnológica do Sul da China.

A equipe de Shi investiga a produção de biomateriais para tratar problemas de saúde reprodutiva masculina, como disfunção erétil, infertilidade ou doença de Peyronie, distúrbio que costuma se manifestar por meio de fibrose no pênis, provocando deformidades no órgão e dor na ereção, e pode ocorrer após os 50 anos.

Segundo pesquisas, aproximadamente 50% dos homens entre 40 e 70 anos sofre algum tipo de impotência sexual.

“Percebemos que esse é um campo que tem recebido pouca atenção, embora a necessidade seja enorme”, diz o pesquisador.

Apesar de sintético, o material desenvolvido possui propriedades biomecânicas que imitam os tecidos da túnica albugínea.

Os pesquisadores realizaram ainda experimentos para investigar a toxicidade do tecido e sua compatibilidade sanguínea, uma vez que ele é projetado para permanecer no organismo por um longo período.

A conclusão foi de que não é prejudicial para outros tecidos do corpo.

Outros testes realizados em porcos machos com lesões na túnica albugínea, comprovaram que reparos feitos com tecido artificial restabeleceram a função erétil de forma semelhante ao do tecido peniano humano normal, sugerindo que o remendo substituiu com êxito a função dos tecidos naturais.

O grupo também planeja investigar a técnica para o reparo de outros tecidos, como coração e bexiga.

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