A investigação sobre a morte do ativista conservador Charlie Kirk, 31 anos, entrou no segundo dia nesta quinta-feira (11) em Utah, nos Estados Unidos. O governador do estado, Spencer Cox, classificou o caso como “um assassinato político”.
Kirk, aliado próximo de Donald Trump e líder da organização Turning Point USA, foi baleado na quarta-feira (10) enquanto discursava na Universidade Utah Valley, em Orem. Testemunhas relataram que o disparo partiu de um prédio a cerca de 180 metros do local. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.
O Departamento de Segurança Pública de Utah confirmou que o ataque foi direcionado apenas a Kirk. Duas pessoas chegaram a ser presas, mas foram liberadas após a polícia descartar envolvimento. “Nossa investigação continua, e seguimos na busca pelo atirador”, informou o FBI.
O governador Cox prometeu que o autor será responsabilizado “até o limite da lei”. Já Trump determinou que as bandeiras dos EUA fiquem a meio mastro até domingo (14) em homenagem ao ativista, que ganhou notoriedade ao mobilizar jovens conservadores e defender a candidatura de Trump em 2024.
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