O governo federal autorizou, nesta quinta-feira (11/6), a nomeação de 300 candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2) para o cargo de analista técnico do Poder Executivo (ATE), função de nível superior.
A medida foi assinada pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) no mesmo dia.
Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), as nomeações individuais e os procedimentos para posse serão divulgados posteriormente. O concurso foi homologado em março deste ano.
O provimento dos cargos, no entanto, depende da existência de vagas no momento da nomeação, além da confirmação de adequação orçamentária e financeira por parte do ordenador de despesa, conforme previsto na Lei Orçamentária Anual e na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Carreira e remuneração
A carreira de analista técnico do Executivo (ATE) unificou 66 cargos anteriormente distribuídos em 10 planos distintos, com o objetivo de ampliar a atuação transversal na administração pública federal.
A remuneração inicial varia entre cerca de R$ 8,1 mil e R$ 8,5 mil, composta pelo vencimento básico e pela Gratificação de Desempenho de Atividades Executivas (GDATE).
Podem concorrer profissionais com formação superior em áreas previstas no edital, como administração, arquivologia, biblioteconomia, comunicação social, contabilidade e funções técnico-administrativas e técnico-educacionais.
Entre as atribuições do cargo estão o planejamento, coordenação, execução, controle e avaliação de atividades técnico-administrativas em órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, conforme regulamentação específica de cada especialidade.



