O Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu, nesta quinta-feira (11), a maioria necessária para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por organização criminosa, em processo que investiga um suposto plano para fraudar o resultado das eleições de 2022.
A ministra Cármen Lúcia foi a responsável pelo voto que consolidou a maioria, afirmando que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou provas de que Bolsonaro e integrantes do governo, das Forças Armadas e de órgãos de inteligência teriam elaborado um esquema “progressivo e sistemático” de ataques às instituições democráticas, com o objetivo de impedir a alternância legítima de poder.
Com o voto da ministra, o placar chegou a 3 a 1 a favor da condenação. Resta apenas o voto do ministro Cristiano Zanin, mas o resultado final já não pode ser revertido.



